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Fernanda Takai fala sobre música, literatura e família

Fernanda Takai, com voz doce, suave, sotaque e um jeito tímido de mineiro, apesar de ter nascido no estado do Amapá. (Foto: Luci Judice Yizima)

Com voz doce, suave, sotaque e um jeito tímido de mineiro, apesar de ter nascido no estado do Amapá, a cantora e cronista nikkei Fernanda Takai levou centenas de fãs que lotaram o Teatro Paulo Autran no SESC de Pinheiros para apresentação do seu 3º álbum e quinto projeto da carreira solo, “Na Medida do Impossível– Ao vivo em Inhotim”. A obra impecável de Takai traz músicas autorais e inusitadas regravações como “Como dizia o mestre” (Benito Di Paula), “Fui Eu” (Michael Sullivan e Paulo Massadas), “Amar como Jesus Amou” (Pe. Zezinho), “O Ritmo da Chuva – The Rhythm of Rain” (John Gummde). Uma das vozes mais agradáveis do Brasil, Takai é uma cantora querida por todos, onde todos gostariam de dividir o palco. Já cantou “Message Song” e “Twinggy Twinggy” com a cantora japonesa Maki Nomiya em São Paulo.

 

A musicista se divide entre o palco e a literatura, já escreveu dois livros de Crônicas e dois livros infantis. (Foto: Luci Judice Yizima)

 

O CD e DVD impecável de Takai trazem músicas autorais e inusitadas regravações como “Como dizia o mestre” (Benito Di Paula), “Fui Eu” (Michael Sullivan e Paulo Massadas), “Amar como Jesus Amou” (Pe. Zezinho), “O Ritmo da Chuva – The Rhythm of Rain” (John Gummde). (Foto: Luci Judice Yizima)

 

Em entrevista a cantora Takai declara um carinho especial a Banda Pato Fu e afirma que apesar da carreira solo, nunca deixou a banda. “Quando eu comecei a carreira solo, eu não sabia onde eu ia parar, sempre estive com a Banda Pato Fu em paralelo”, garante. “Estou a 10 anos conciliando as duas coisas, eu nunca deixei o Pato Fu, e eles nunca pararam, também não parei de fazer as minhas aventuras solo, isso me deu a possibilidade de cantar repertórios diferentes”, contabiliza Takai.

 

A versatilidade de Fernanda Takai. (Foto: Luci Judice Yizima)

 

Na literatura, já escreveu dois livros de Crônicas e dois livros infantis. (Foto: Luci Judice Yizima)

 

A musicista se divide entre o palco e a literatura, já escreveu dois livros de Crônicas e dois livros infantis. Também fala das lembranças da casa da ‘Batchan’ em São José dos Campos, das roupas e das comidinhas diferentes. “Na minha infância, sempre gostei de ir passar as férias na casa da ‘Batchan’, das comidinhas e dos mimos”, conta.

 

Terceiro álbum e quinto projeto da carreira solo, “Na Medida do Impossível”. (Foto: Luci Judice Yizima)

 

A cantora lembra e fala que o avô e o bisavô nikkey tinham receio de comentar entre os familiares sobre as histórias da prisão na Ilha de Anchieta, das mazelas do pós-guerra. “Dos racha entre os kachigumi (triunfalistas ou patriotas) e os makegumi (derrotistas traidores) faria muito sangue correr. Uma história triste que morreu com eles”, conclui Takai.

 

 

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