Colunas Krônicas

KRÔNICAS: No Dia das Mães, não! Xô, vírus!!

Cá pra nós, ninguém esperava que esse Covid-19 fosse capaz de separar fisicamente os entes mais queridos. Né, não?! Agora parece óbvio, visto que isolamento social é a melhor forma para se combatê-lo, mas quando imposto, nesse aspecto, ninguém o percebeu, mesmo com claras mensagens do tipo “para proteger seus entes queridos afaste-se deles”.

Passado um tempo, o significado dessa determinação ficou evidente. A saudade foi o primeiro sinal, por um aniversário ou alguma data marcante, individualmente. Mas quando se tratou de uma data comemorativa abrangente e imensamente simbólica, como o Dia das Mães, a dor aumentou e a saudade extravasou.

As postagens nas redes sociais mostram isso, e como já perceberam quão valiosas foram para suas formações, cada um à sua maneira.

De minha parte, postei a versão em português que compus de uma música japonesa que faz referência a elas e, aproveitando o momento de reclusão, sugeri para que a aprendessem e a cantassem, eles mesmos, para as respectivas, até para minimizar a impossibilidade do encontro físico.

Em japonês, Kanshajo (Carta de Agradecimento) popularizada pela cantora Aya Shimazu, à minha versão dei o nome de Tributo às Mães e pedi para que Pamela Yuri, campeã de karaokê, a cantasse. Está no Youtube (https://www.youtube.com/watch?v=PZ_QUdhnPUM), com a legenda abaixo: 

 

 

 

Eu quero muito agradecer

Pelo amor que deu pra mim

Pela vida, pela alegria de viver.

Ó minha mãe, ó minha mãe.

Eu ainda era um bebê,

Mas jamais esquecerei

Das canções que cantava para eu dormir.

Ó minha mãe, ó minha mãe.

Não sei bem porque só de olhar pra mim

Já sabia o que falar

Tanto fazia para um sim, ou para um não

Um sorriso e uma explicação assim…

 

Ó minha mãe, ó minha mãe.

O que mais eu quero é te dizer:

Obrigado mamãe, te amo demais.

Hoje o que eu quero é te fazer

Um tributo  a todo esse labor

Pela luta, pela devoção por que passou

Ó minha mãe, ó minha mãe.

Sei que muitas noites não dormiu,

Preocupada com o meu bem querer

Isso tudo só bem tarde vim a perceber

Ó minha mãe, ó minha mãe.

Mas agora chegou a minha vez

De tentar te retribuir

Como aqui nesta canção que fiz, mamãe

Pra cantar ao mundo que és a maior.

Ó minha mãe, ó minha mãe.

O que mais eu quero é te dizer:

Obrigado mamãe, te amo demais.

Ó minha mãe, ó minha mãe.

O que mais eu quero é te dizer:

Obrigado mamãe, te amo demais.

À querida mamãe, com todo amor.

 

Silvio Sano

- Formado em arquitetura pela Univ. Mackenzie (1974), auge: ampliação do estádio Santa Cruz (Recife, 1981); conhece o Japão por quatro óticas (bolsista 1975, lua-de-mel 1980, Univ.Nagoya 1985/887 e decasségui 1989/1992); colunista e chargista desde 1996; escritor, com sete livros publicados (Kontos, Krônicas & Kanções foi o último); compõe versões em português de músicas japonesas (Youtube), mas também de outras línguas (Hallelujah=>HalleLULA, do inglês); cantor nas categorias Pop e Internacional e, palestrante (tema atual = conflitos nikkeis mesmo 110 anos depois);

- Vice-presidente do Conselho Deliberativo da ACA Mie Kenjin do Brasil, Assessor de Comunicação e Imprensa da UPK (União Paulista de Karaokê) e um dos adminiostradores dos sites Nikkeyweb e UPK. 

www.facebook.com/silvio.sano.7
twitter.com/silvio_sano
silvio.sano@yahoo.com

Deixe seu comentário

Clique aqui para publicar um comentário

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.

OPORTUNIDADE PARA 2020

PROCURANDO EMPREGO?

Tradutor Juramentado

Assessoria Contábil

KARATÊ

OPORTUNIDADE PARA 2020

PROCURANDO EMPREGO?

Tradutor Juramentado

Assessoria Contábil

KARATÊ