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Sandra Arakaki Fukada contabiliza sucesso duplo da Furoshiki e Shin

Sandra Arakaki Fukada cria e desenvolve com os tecidos chama a atenção de quem sobe as escadas do complexo ultramoderno japonês. (Foto Luci Judice Yizima)

As lojas Shin e Furoshiki estão localizadas num dos endereços mais badalados da capital paulista, uma no Térreo e a outra no primeiro andar da Japan House na Avenida Paulista. Na Shin comercializa produtos como utensílios domésticos, embalagem para presentes em kirigami, jarros de bambu, carteiras na palha de bambu, bolsas em tecidos com formato de origami, entre outros itens. Na Furoshiki, os tecidos coloridos tradicionais importados do Japão, os formatos e modelos de bolsas, quadros e embalagens que a empresária Sandra Arakaki Fukada cria e desenvolve com os quadrados de tecidos chama a atenção de quem sobe as escadas do complexo ultramoderno japonês. As roupas de um Japão muito contemporâneo também fazem parte dos produtos comercializados na Furoshiki.

 

Furoshiki está totalmente inserido no conceito Mottainai (não desperdício) e Omotenashi (espírito de zelo, cuidado e encantamento para com o próximo). (Foto: Luci Judice Yizima)

 

Na Shin comercializa produtos como embalagem para presentes em kirigami, jarros de bambu, carteiras na palha de bambu, bolsas em tecidos com formato de origami, entre outros itens. (Foto: Luci Judice Yizima)

 

Num papo descontraído no lounge da Japan House, Sandra Arakaki conta como surgiu a ideia de trabalhar com furoshiki e comercializá-lo. “Eu tenho um restaurante no Itaim Bibi, presenteava os clientes com cerâmicas embaladas no furoshiki”, afirma. “Os clientes ficavam admirados com o presente e especialmente com o capricho da embalagem que fazia com muito carinho”, destaca a empresária.

 

No térreo, a Loja Shin traz descoladas bolsas em tecidos com formato de origami. (Foto: Luci Judice Yizima)

 

Pratos em madeira que parece cerâmica do artista Ryuji Mitani. (Foto: Luci Judice Yizima)

 

“A ideia foi amadurecendo, e eu quis empreender e apostar no furoshiki. Trazer o que o Ocidente enxerga, um olhar menos estético e mais histórico da coisa, buscar as raízes. Colocar e usar o novo sem perder as tradições, no produto tudo tem um por que, um propósito. Todo o trabalho de divulgar o furoshiki é muito gratificante, por que todo Nikkei se emociona ao ver o furoshiki”, explica.

 

As roupas de um Japão muito contemporâneo também fazem parte dos produtos comercializados na Furoshiki. (Foto: Luci Judice Yizima)

 

Os laços de família estão muito ligados às atividades da empresária, descendente de okinawanos. “Minha obaatian (avó), fazia muito furoshiki em encontros de família e amigos nas festas em kaikans (associação) quando levava obentô embalado no furoshiki”, lembra. “Hoje, é comum o Furoshiki ser usado como meio de transporte de obentôs, embalagens, ecobags, presentes etc. Por ser “ecofriendly”, o uso criativo e a versatilidade das várias maneiras com um único Furoshiki está totalmente inserido no conceito Mottainai (não desperdício) e Omotenashi (espírito de zelo, cuidado e encantamento para com o próximo), atitudes primordiais para o povo japonês”, ressalta a executiva.

 

“Minha obaatian (avó), fazia muito furoshiki em encontros de família e amigos nas festas em kaikans (associação) quando levava obentô embalado no furoshiki”, lembra. (Foto: Luci Judice Yizima)

 

Segundo ela, o conceito da palavra Furoshiki vem de Furo (banho) e Shiki (estender/abrir um tecido). Numa visão histórica, o uso do Furoshiki se intensificou no período Edo, onde as pessoas acondicionavam seus pertences em tecidos amarrados com nós, enquanto se banhavam em Sentôs (banhos públicos). Shin quer dizer verdadeiro ou original.

 

Todo o trabalho de divulgar o furoshiki é muito gratificante, por que todo Nikkei se emociona ao ver o furoshiki”, explica a empresária. (Foto: Luci Judice Yizima)

 

Bolsa em formato de Origami. (Foto: Luci Judice Yizima)

 

 

Coloridas e versáteis as cestas ou embalagens para presentes. (Foto: Luci Judice Yizima)

 

 

Embalagem versátil. (Foto: Luci Judice Yizima)

 

 

Jarro em bambu muito artesanal. (Foto: Luci Judice Yizima)

 

 

Uma cesta feita de papel (tipo kirigami). (Foto: Luci Judice Yizima)

 

 

Utensílios domésticos japonês em madeira. (Foto: Luci Judice Yizima)

 

Luci Júdice Yizima

Jornalista e Fotógrafa
lucijornalismo@hotmail.com
(11) 99738-7200

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