Cultura Exposição

Fundação Japão promove atividades culturais sobre as artes do sumiê e shodô

Exposição, oficinas e palestras serão realizadas de 18 de setembro a 30 de outubro no espaço cultural da Biblioteca da Fundação Japão

 

A Fundação Japão, com o apoio da Associação Shodô do Brasil, promove, a partir de 18 de setembro, a mini-exposição Sumiê e Shodô: Expressividades do Momento Singular. A exposição será realizada no espaço cultural da biblioteca da Fundação Japão e ficará aberta ao público até o dia 30 de outubro, com entrada gratuita. Será uma ótima oportunidade para os visitantes apreciarem estes dois estilos tradicionais de expressão artística do Japão.

 

 

A exposição recebe este título com a proposta de valorizar uma das características mais marcantes entre as duas artes. São expressões artísticas que não comportam correção nem hesitação no momento da execução, uma vez que as pinceladas não podem ser corrigidas ou ajustadas. Assim, exigem do artista um elevado nível de concentração e fluidez, desde seu preparo até o momento da execução.

O evento também revelará que, além da beleza estética no contraste da tinta preta sobre o papel branco, há diversas possibilidades criativas a serem exploradas nas artes do shodô e do sumiê, tanto em sua forma tradicional, quanto contemporânea.

 

 

Sumiê

No Japão, o sumiê também é chamado de suibokuga e refere-se à pintura de tinta monocromática. Surgiu na China, durante a Dinastia Sung (960-1279), e foi assimilada pelos japoneses em algum momento do período Kamakura (1192-1333), por meio de monges Zen-Budistas. O sumiê tem suas raízes na caligrafia chinesa, utilizando para a pintura as mesmas pinceladas aprendidas na caligrafia. Sua forma tradicional usa unicamente tinta preta que, na pintura oriental, é considerada a mais alta simplificação de cor. Atualmente, artistas contemporâneos não se prendem mais apenas à monocromia da tinta preta, utilizando-se de cores variadas em suas composições.

 

Shodô

A caligrafia artística com pincel surgiu na China há mais de três mil anos atrás, sendo ainda hoje uma das artes mais respeitadas no Japão. Quando os japoneses adotaram a escrita chinesa, assumiram não apenas a representação gráfica da linguagem – os caracteres chineses (em japonês: kanji) -, mas também todo o seu passado e tradição. A escrita, em suas origens, era utilizada para fins oraculares, inscrita em ossos e cascos de tartaruga. Ao longo dos séculos, a escrita acompanhou as mudanças sociais, incorporando o desenvolvimento de estilos estéticos.

 

 

Mini-Exposição

Sumiê e Shodô: Expressividades do Momento Singular

 Data: de 18 de setembro a 30 de outubro de 2018

Local: Biblioteca da Fundação Japão São Paulo

Horário para visitação: de terça à sexta, das 10h30 às 19h30, e sábados, das 9h às 17h

Classificação: livre

Entrada: gratuita

Endereço: Av. Paulista, 52 – 3º andar – Bela Vista, São Paulo

Mais informações: (11) 3141-0110 | biblioteca@fjsp.org.br

 

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