Colunas Krônicas

KRÔNICAS: Agora, o Paulistão… para reflexão!

Foto: montagem

(Continuação)

Uau! Estou bom de previsão. Acertei que Sayuri ganharia o Grand Prix do Paulistão neste ano e também que, ao escrever a Krônica anterior, receberia apoios, mas também apupos… rs. Isso porque, por achar que o escopo é de interesse do meio karaokê, principalmente da entidade maior, UPK, que o regulamenta, resolvi postá-la também nos grupos zaps relativos, dos quais faço parte. De imediato, recebi sinais positivos, curtidas e, a seguir, os comentários… prós e contras.

Um dos contra, até chegou a insinuar que eu a escrevera por estar chateado com algo. “Por que chateado se acertei quem venceu?”, respondi-lhe. Daí, reconheceu que apenas trouxera à reflexão o que chegou a meus ouvidos, em prol do próprio karaokê.

Mas paro por aqui porque preciso arrematar a Krônica anterior, por mais reivindicações para que a UPK tome conhecimento, convoque seus praticantes, debata-as e chegue a um consenso.

Começo pela do “evento voltar aos três dias”. A essa, no ato, dei minha opinião, contrária… pelo simples motivo de se tratar de ocorrência estadual e rotatória, com realizações cada vez em uma cidade do Estado. Um evento desse porte, no aspecto turístico e econômico, é sempre bom à cidade onde ocorre por atrair turistas, mas ruim à qualidade do evento porque alguns bons cantores, por não poderem se disponibilizar dos três dias (devido a trabalho ou despesa com estada) acabam nem se inscrevendo às eliminatórias. De qualquer forma… à UPK pesar na balança.

Outra, ligada aos “mesmos de sempre”, queria yosens (seletivas) no próprio Paulistão (como antes) para, ao menos, “esquentar” as disputas entre os “não mesmos”… em busca de classificação às finais. Mas também discordei, alegando que seletivas devam ser feitas via regionais e que no Paulistão deveria haver só finais, mas com menos cantores por categoria.

Isso não reduziria o público? Acho que não! Senão o auditório de alguns shows no Bunkyô não ficaria lotado… de cantores que gostariam de estar lá, além de considerar que o Paulistão não deva ser só grandioso, mas também virtuoso.

Né, não?!

(Continuarei?…)

Silvio Sano

- Formado em arquitetura pela Univ. Mackenzie (1974), auge: ampliação do estádio Santa Cruz (Recife, 1981); conhece o Japão por quatro óticas (bolsista 1975, lua-de-mel 1980, Univ.Nagoya 1985/887 e decasségui 1989/1992); colunista e chargista desde 1996; escritor, com sete livros publicados (Kontos, Krônicas & Kanções foi o último); compõe versões em português de músicas japonesas (Youtube), mas também de outras línguas (Hallelujah=>HalleLULA, do inglês); cantor nas categorias Pop e Internacional e, palestrante (tema atual = conflitos nikkeis mesmo 110 anos depois);

- Vice-presidente do Conselho Deliberativo da ACA Mie Kenjin do Brasil, Assessor de Comunicação e Imprensa da UPK (União Paulista de Karaokê) e um dos adminiostradores dos sites Nikkeyweb e UPK. 

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twitter.com/silvio_sano
silvio.sano@yahoo.com

1 Comentário

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  • Vejamos se entendi : a ideia é que cada regional faça seu mini paulistão elegendo os campeões de cada categoria . os quais por sua vez competiriam com os campeões das outras regionais em um Paulistão final onde naturalmente se apresentariam cantores de muito maior qualidade que por sua vez atrairiam um público mais seletivo. Se for essa a idéia ,por que não ?

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