Colunas Krônicas

KRÔNICAS: Blade Runner, Vírus e… humanos, não andróides!

Ilustração: Silvio Sano

Como no Dia das Mães minha esposa ganhou um almoço delivery do filho, tão logo abrimos o pacote trazido pelo motoqueiro, brinquei com ela. “Até que esse vírus não é tão mal assim”. E como foi especial, apesar de apenas nós dois em casa, montamos um ambiente social na sala de jantar para nos fotografarmos e enviarmos a ele e nora.

Nesse momento, caiu-me a ficha! “Pensando bem, o vírus é mal sim!”, corrigi, para espanto dela. “Porque o ideal seria não só nós dois, mas com eles e o netinho também aqui!”, no que ela concordou. Agradecemos pelo presente, enviamos as fotos, mesmo com o desejo dessa comemoração ter sido de outra forma… assim como deve ter ocorrido com muitas outras famílias por culpa desse “Mardito” Vírus!

Mas o que Blade Runner tem a ver com isso?

Para dizer a verdade, nada!!

É que, por ter sido um dia especial e termos comido bem… rs, eu, que não sou de ficar “pregado” muito tempo numa TV, acabei me sentando diante dela devido a esse filme que passou logo em seguida, mesmo já o tendo assistido lá pelos anos oitenta.

Não me recordava a época em que aquela história era retratada e, para meu espanto, agora, vi que era… 2019! Como assim? Todos aqueles cenários ainda são futuristas mesmo aos nossos dias atuais. Mas como em minha lembrança ainda restava o quanto ficara admirado com a imaginação e criatividade do autor, agora, não sei se fico decepcionado ou lhe dou um desconto devido ao momento de quando o criou.

Mas cá pra mim, a um ficcionista científico, baseado em outros como Isaac Asimov, Ray Bradbury, etc., foi uma tremenda furada! Sem contar a contradição de nem celular existir… rs. E teve outras mais. Se bem que, prestando bem atenção, o autor, Philip K. Dick, parecia estar mais preocupado com posturas humanas que levam à destruição de próprio habitat… e de si próprios. Nem com seus androides!

Nesse aspecto, aliás, achei outra contradição… ou não! Foi quando a replicante Pris, após fumar um cigarro joga-o, naturalmente, ao chão e o apaga com uma pisada!

Nisso acertou! Nem mesmo vírus nenhum tirará esse “defeito humano!”… kkk

Silvio Sano

- Formado em arquitetura pela Univ. Mackenzie (1974), auge: ampliação do estádio Santa Cruz (Recife, 1981); conhece o Japão por quatro óticas (bolsista 1975, lua-de-mel 1980, Univ.Nagoya 1985/887 e decasségui 1989/1992); colunista e chargista desde 1996; escritor, com sete livros publicados (Kontos, Krônicas & Kanções foi o último); compõe versões em português de músicas japonesas (Youtube), mas também de outras línguas (Hallelujah=>HalleLULA, do inglês); cantor nas categorias Pop e Internacional e, palestrante (tema atual = conflitos nikkeis mesmo 110 anos depois);

- Vice-presidente do Conselho Deliberativo da ACA Mie Kenjin do Brasil, Assessor de Comunicação e Imprensa da UPK (União Paulista de Karaokê) e um dos adminiostradores dos sites Nikkeyweb e UPK. 

www.facebook.com/silvio.sano.7
twitter.com/silvio_sano
silvio.sano@yahoo.com

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