Colunas Krônicas

KRÔNICAS: Insisto! Creolina no COVID-19… JÁ!!

Creolina no COVID-19... JÁ!!! (Foto Montagem: Alex Endo)

Para começar, sei perfeitamente da minha condição de leigo nisso e que não devia ter sido tão taxativo como no título, mas já expliquei que assim o faço apenas para atrair atenção à leitura e, no caso, até de meus alvos reais:  os pesquisadores e, principalmente… as indústrias farmacêuticas!
Minha pretensão é para que, se já fizeram tais pesquisas, ao menos, as tornem públicas. Ainda mais, reforçado pelos comentários que recebi após a Krônica anterior, todos, sem exceção, favoráveis.
Foram dezenas de emojis positivos e os comentários, alguns, cito-os abaixo, numa sequência intencional, minha, não conforme os fui recebendo.
Não sabia que as pessoas podiam toma-la. Só conhecia o uso em animais e limpeza de locais infectados”.
Muito bom esse produto (creolina). Tenho um amigo que já a tomou”.
É aquele desinfetante usado na cicatrização de porcos”.
Minha colega escreveu que a avó dela fazia pílulas de creolina com farinha para os netos tomarem. Remédio dos antigos, para limpar o corpo por dentro”.
Quando criança morava em sítio. Lembro que meu pai misturava creolina com água para amenizar frieira nos pés. Curava só com isso. Deixava os pés na bacia por alguns minutos”.
Quando criança, ficava no laboratório de meu avô ajudando-o na colocação de creosoto em potes de vidro. Ele foi o pioneiro do creosoto. Cheiro fortíssimo que ficou na lembrança até hoje”.
É verdade. Na roça, a creolina era o (único) desinfetante, mata tudo, que tinha nas casas. O sumiço deve ser porque era baratinho ou sem royalties…
Conheço-a bem. Usava para curar as bicheiras dos animais. Trata-se de um produto muito eficiente, porém não rentável para a indústria farmacêutica, que é uma máfia”.
Pois é. Deve haver razões e “razões” para a creolina não ser a protagonista da hora. Né, não? Com vírus tão letal “na praça”, por que nem não tentar, héim?!
Até achei um vídeo (https://www.youtube.com/watch?v=yb4i1UFVdoE) com cerca de 200 comentários relativos idênticos. Acorda, Brasil!
O Seirogan (antigo Creosoto) a tem em sua composição. Adivinhe minha relação com ele?

Silvio Sano

- ARQUITETO, pela Univ. Mackenzie (1974), tendo como auge o projeto executivo da arquibancada superior do Estádio Santa Cruz (Recife), em 1981/82; ESCRITOR (sete livros, um dos quais: Corinthians, 100 Anos - Gols Ilustrados); COLUNISTA e CHARGISTA, desde 1996; JORNALISTA, com MTb desde 2012; e, COMPOSITOR (haicais e versões em português de músicas estrangeiras);
- conhece o Japão por quatro óticas diferentes (bolsista, 1975; lua-de-mel, 1980; Univ. Nagoya, 1985/87; e. decasségui, 1989/92);
- um dos administradores dos sites Nikkeyweb e Portal Oriente-se.
- Palestrante (tema atual: Konflitos Nikkeis, mesmo após mais de um século);
- tem páginas no Facebook, Twitter, Instagram e canal no Youtube
- email: silvio.sano@yahoo.com

3 Comentários

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  • Tomei muita creolina aliás, eu tinha um problema sério de gastrite já com o bulbo duodenal deformado, passível de intervenção cirúrgica, segundo o médico. Um velho amigo do meu pai, um senho de 80 anos de idade me disse “filho, tome creolina” e até me indicou a dosagem. Fiz isso durante 9 dias e nunca mais senti aquela dor terrível tampouco fiz cirurgia. Falei ao médico e ele me disse que minha gastrite estava curada. Somente riu e não disse que não foi a creolina que curou. Não vejo problema algum e usar uma gota ou duas em um copo d.água.

  • Você deveria ser preso por publicar algo do tipo!! Creolina não deve ser tomada por ninguém, nem por animais. É extremamente tóxico! Dependendo da quantidade, a pessoa pode morrer. Nem passar em animais é recomendado, na própria embalagem de qualquer marca diz isso. Muito menos ingerir!! E além de que nunca vi um estudo alegando que creolina é eficiente contra a COVID-19

    • Gabriel-san. Desculpe, mas não entendeu o contexto. Nunca afirmei para alguém tomá-la. Apenas citei dentre os exemplos buscados no Google que uma pessoa afirmou que tomou e aprovou. Amigos meus também a tomaram, logicamente diluída em água. Eu mesmo, que sou do interior, cansei de ver fazendeiros passarem-na, sim, nas feridas dos animais e vê-las cicatrizadas no dia seguinte. Mesmo assim não induzi ninguém a tomá-la. Apenas que, se estamos tratando de algo mortal como a Covid e tendo exemplos reais de eficiência contra bactérias, questionei o fato de as grandes indústrias farmacêuticas não a investigarem nesse aspecto.

Exposição: A ARTE DE YOSHINO MABE

Exposição: WAKABAYASHI

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KARATÊ

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