Colunas Krônicas

KRÔNICAS: São Paulo Shimbun… lamentável, sim, mas não por falta de alertas!

Também faço parte da história desse jornal e sou grato por isso, principalmente a Ernesto Yoshida, redator-chefe na época, que me “aceitou” como colunista, a partir da crônica De Pazinha e Saquinho na Mão (10/05/1996).

A coluna ainda não se chamava Nipônica, mas pelo teor tudo indicava que o título acabaria sendo esse. Se bem que, antes, passou por um equivalente pela sugestão do próprio Yoshida que me pediu para mudar o título de um artigo para O Meio Faz o Homem. Gostei tanto que o adotei à coluna e à primeira antologia.

A razão foi porque trazia reflexões sobre posturas cidadãs japonesas e brasileiras diante de mesmas situações do cotidiano e o “meio fazendo o homem” justificava-o até no caso de inversões, do japonês vindo para cá ou do brasileiro indo para lá.

Mas para desempenhar bem meu papel, precisaria ser um atento observador. E era!… rs. Com isso acabei desenvolvendo ainda mais o que já praticava naturalmente. Por isso, com pouco tempo já observara muita coisa até do próprio jornal, e também dos concorrentes.

Apesar de meus pais já serem assinantes do SP Shimbun desde muito antes, nunca percebera a importância desses jornais à comunidade porque, mentalmente, estava afastado dela. Era um alienado em relação a ela.

Mas passei a ser reconhecido… inclusive pela própria diretoria, o que me proporcionou conversar algumas vezes com ela. Em uma das quais, recordo-me de ter sugerido a um dos herdeiros para que passasse a publicar mais páginas em português apenas porque, veja só, naquela época, seus já reduzidos assinantes não eram mais os que o liam, mas seus filhos!! Ou seja, para também já os irem atraindo. Sua resposta foi seca: “Não! O Notícias do Japão já faz isso!

Meu queixo caiu! Isso, portanto, há mais de vinte anos! Nem pude justificar minha sugestão que se baseava no óbvio: como sobreviver com tão poucos anunciantes, poucos assinantes, toda aquela estrutura jornalística japonesa e… toda aquela sede?!

Aliás, “ainda me causa espécie” que até tenham durado tanto assim… assim! Né, não?!

Silvio Sano

- Formado em arquitetura pela Univ. Mackenzie (1974), auge: ampliação do estádio Santa Cruz (Recife, 1981); conhece o Japão por quatro óticas (bolsista 1975, lua-de-mel 1980, Univ.Nagoya 1985/887 e decasségui 1989/1992); colunista e chargista desde 1996; escritor, com sete livros publicados (Kontos, Krônicas & Kanções foi o último); compõe versões em português de músicas japonesas (Youtube), mas também de outras línguas (Hallelujah=>HalleLULA, do inglês); cantor nas categorias Pop e Internacional e, palestrante (tema atual = conflitos nikkeis mesmo 110 anos depois);

- Vice-presidente do Conselho Deliberativo da ACA Mie Kenjin do Brasil, Assessor de Comunicação e Imprensa da UPK (União Paulista de Karaokê) e um dos adminiostradores dos sites Nikkeyweb e UPK. 

www.facebook.com/silvio.sano.7
twitter.com/silvio_sano
silvio.sano@yahoo.com

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