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Marli Takeda viaja ao Japão para apresentar sua arte sustentável

A arte é baseada nas questões sobre a tolerância, humanidade, entre outras reflexões. (Foto: Luci Judice Yizima)
Takeda criando oportunidades de dialogar. (Foto: Luci Judice Yizima)

Você já imaginou que um pedaço de adesivo que é descartado facilmente a natureza possa se transformar em arte? Pois é, essa é a arte sustentável, criativa, colorida da artista visual e produtora cultural de exposições e instalações do projeto de arte pública colaborativo por ela desenvolvido utilizando adesivos de reaproveitamento. Seu trabalho encontra-se representado em Museu, Mosteiro, Pinacoteca, Centro Cultural, Universidades e coleções no Brasil e no exterior.

Em dezembro a artista viaja ao Japão pela segunda vez para fazer duas instalações na cidade de Shinjuku (Tóquio) em uma das cinco unidades da escola ICC School. Inclusive, aproveitando a visita ao Japão, Marli fará restauro da obra pública que se encontra em Ginza. Além de Tóquio pretende visitar outras cidades como; Kyoto, Hiroshima, Osaka, Kamakura, Yokohama e deseja escalar o Monte Fuji.

 

A artista que ambiciona chamar atenção das pessoas para os problemas ambientais decorrentes dos resíduos da sociedade moderna. (Foto: Luci Judice Yizima)

 

Arte sustentável, criativa, colorida. (Foto: Luci Judice Yizima)

 

Em entrevista, a artista Marli Takeda define a importância que sua arte estabelece entre o homem e a natureza. “Assim como cada cidade tem o seu encanto, cores e culinária típica, meus trabalhos procuram evidenciar em formas, cores a alegria e possibilita capacitar a comunicação sustentável entre o homem e a natureza”, explica Marli. 

 

“Em meus trabalhos, além dos aspectos formais como linha, forma, cor, equilíbrio, cujo tema é baseado nas questões sobre a tolerância, humanidade, entre outras reflexões, suscitando questionamentos e criando oportunidades de dialogar, existem conteúdos preservacionistas da maior importância, utilizando sobras industriais que ao serem descartadas como lixo, contribui para a poluição do meio ambiente”, adverte a artista.

 

Obra Dragão da Marli Takeda no Metrô Clínicas. (Foto: Luci Judice Yizima)

 

De acordo com a artista, que ambiciona chamar atenção das pessoas para os problemas ambientais decorrentes dos resíduos da sociedade moderna, tem trabalhado com a estética e com a ética, ou seja, com a beleza e com os princípios que orientam o comportamento humano no sentido de respeitar normas e valores essenciais da realidade social.  

 

A comunicação sustentável entre o homem e a natureza, Marli. (Foto: Luci Judice Yizima)

 

“A conscientização costuma ser lenta, mas é possível aos poucos criar um grande entrelaçamento, como vemos em minhas produções, onde os elos são ligados uns aos outros, formando uma grande rede de ações positivas”, alerta Takeda.

 

Marli Takeda faz Arte Sustentável – Exposição Coletiva no Memorial da América Latina em 2016. (Foto: Luci Judice Yizima)

 

Para entender melhor a fascinante multiplicidade de sua arte, a artista inclui além dos adesivos a caligrafia japonesa, o ‘hiragana’, também presente nas suas obras. “Na verdade, esse estreito contato com a cultura japonesa, desperta ainda mais a vontade de explorar o idioma nas minhas obras, onde divido, interajo e compartilho com o público”, conclui a artista.

 

Reaproveitamento de adesivos. (Foto: Luci Judice Yizima)

 

 

Sobre a artista – Realizou diversas exposições individuais e coletivas no Brasil, Japão (Tóquio), Portugal (Porto), EUA (Miami e Fort Lauderdale). Dando relevo para a individual no Porto, na Galeria Ap’Arte e no Mosteiro de São Bento em São Paulo. Tem obra pública em São Paulo, destacando-se a instalação na Sala de Músicas do Mosteiro de São Bento, na Diretoria do Colégio Pioneiro, na Unesp, e no Japão em Tóquio na ICC School. Vive e tem o seu atelier onde trabalha em São Paulo. Formada pela Faculdade de Belas Artes de São Paulo. Representada em Portugal pela AP’ARTE Galeria de Arte Contemporânea, e no Brasil pela Galeria Espaço Arte M. Mizrahi, São Paulo. Possui diversos cursos de extensão universitária na Escola de Comunicação e Artes – USP.

Coordenação e produção de exposições e instalações do projeto de arte pública colaborativo por ela desenvolvido com utilização de adesivos de reaproveitamento: Metrô Clíncas, instalações no período de 2011,2012 e 2013. Na estação São Bento em 2012. Mosteiro de São Bento de São Paulo, exposição individual e instalação, em comemoração ao centenário da Basílica Abacial de Nossa Senhora da Assunção, padroeira do Mosteiro em 2012. Mosteiro de São Bento de São Paulo, instalações em 2013,2014 e 2015. Em 2013 foi realizada outra instação permanente nas quadro paredes da sala de músicas do mosteiro. ICC – School em Tóquio, Instalação permanente no bairro Ginza em 2013. Galeria A Hebraica, exposição individual e instalação em 2014. Reitoria da UNESP, exposição individual e instalação em 2014 e 2018, instalações em 2016 e 2017. CEFE – Centro de Formação do Educador, em São José dos Campos em 2017. Galeria AP’ARTE de Arte Contemporânea, exposição individual no Porto, Portugal, em 2014. Pinacoteca de São Bernardo do Campo, exposição individual e instalação, em 2016. Downtown Doral Charter Elementary School, instalação permanente em 2018, Miami -EUA. ArtServ em 2018, Fort Lauderdale, EUA. Red Dot Miami, em 2018.

Premiada em alguns concursos, o mais recente em São Paulo no ano de 2018, participou de duas edições da Bienal Internacional de Arte Gaia em Portugal.

 

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