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Orientais no Carnaval Paulistano

Cláudia Mayumi adora carnaval. (Foto: arquivo pessoal)

Carnaval tai, cada vez mais o Brasil é o destino certo dos estrangeiros que curtem a folia. Os orientais rendem-se ao carnaval atravessando 17369 km (10792 milhas ou 9378 milhas náuticas) e deixam a timidez de lado, entram na passarela do samba de corpo e alma. A reportagem apurou vários orientais e descendentes que desfilam e amam o carnaval.

 

Isao Cato que há cinco anos consecutivos vem ao Brasil para sair nas baterias das escolas de Samba, como Morro da Casa Verde, Independente Tricolor, Acadêmicos do Tucuruvi. (Foto: arquivo pessoal)

 

O músico, professor japonês Isao Cato que há cinco anos consecutivos vem ao Brasil para sair nas baterias das escolas de Samba, como Morro da Casa Verde, Independente Tricolor, Acadêmicos do Tucuruvi. Ele se hospeda em uma comunidade na zona Norte para ficar mais perto do Anhembi, onde desfilará em quatro escolas.

 

Isao Cato e sua esposa Saori Kato sempre presentes no Carnaval do Brasil. (Foto: Luci Judice Yizima)

 

A história de Isao é muito interessante, ele é tão apaixonado pela bateria, que estudou cada instrumento que compõe a percussão. Em 2013 foi bolsista do Curso Especial de Música na Faculdade e Conservatório Souza Lima, seu mestre o consagrado Dinho Gonçalves. Hoje Isao tem uma deficiência rara na visão, que compromete 80% da sua visão, porém com os ouvidos muito apurados e atentos faz dele dedicado, e especialista em percussão no Japão.

 

Na terra do Sol Nascente, Isao fundou o “Japa Bloco” (Foto: arquivo pessoal)

 

Na terra do Sol Nascente, Isao fundou o “Japa Bloco”, dá aulas no bairro de Itabashi, em Ootá, e na cidade de Yokohama no bairro de Tsurumi. Dá  aulas de samba no Japão, toca muitos instrumentos e ensina vários ritmos, mas o seu instrumento predileto da percussão é o repinique. Sua paixão pelo Brasil é tão grande e pela percussão do samba, que assina seu nome Isao Cato, escreve Cato com “C” e não com “K”. Admite que se dedica dia e noite aos ritmos brasileiros, tamanha é o amor pelo Brasil. “O Brasil e o samba foi amor à primeira vista”, afirma.

 

 

Para não fazer feio na avenida o japonês acompanhado de sua esposa Saori Kato, chegam com dois meses de antecedência ao Brasil para aprender o samba enredo das escolas. Detalhe, em março Cato vai participar no Japão de um Grupo de Pesquisa sobre o “Samba” da América Latina, onde terão participantes da Argentina, Brasil, Chile, Venezuela, México, Costa Rica, Cuba, Panamá, Paraguai em Izumi Bashi em Tóquio.

 

A foliã Claudia Mayumi Wada Komagumi. (Foto: arquivo pessoal)

 

A foliã Claudia Mayumi Wada Komagumi. (Foto: arquivo pessoal)

 

A foliã Claudia Mayumi Wada Komagumi, Relações Públicas, pela segunda vez irá desfilar na Escola de Samba Águia de Ouro. “Adoro carnaval, a primeira vez foi pura emoção pisar na passarela do samba pela Águia de Ouro”, afirma. E complementa, “Me sentir uma pop star entrando na avenida do samba como passista foi pura emoção! O maior desafio foi combater a tradicional timidez oriental, de trajes curtos, e todas as atenções em cima de você”.

 

 

A foliã Claudia Mayumi Wada Komagumi. (Foto: arquivo pessoal)

 

 

Outra que não perdeu um ensaio desde maio de 2018, a Corretora de Seguros, Aily Murashige destaca a felicidade em desfilar. “É uma grande emoção e energia que proporciona desfilar na passarela do samba no Anhembi”, declara. “Esse ano eu irei sai na Águia de Ouro na primeira Ala, muita responsabilidade, e uma energia muito grande que emana das arquibancadas e da própria escola. É muito compensadora a energia do carnaval, estou confiante que vamos apresentar um grande espetáculo”, garante Aily.

 

 

 

 

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Tradutor Juramentado

Assessoria Contábil

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